GEOGRAFIA DAS COLONIAS ESPIRITUAIS - II

Yvonne A. Pereira, Memórias de um Suicida.

“O Além-túmulo acha-se longe de ser a abstração que na Terra se supõe”, (...) ele é, antes, simplesmente a Vida Real, e o que encontramos ao penetrar suas regiões é Vida! Vida intensa a se desdobrar em modalidades infinitas de expressão, sabiamente dividida em continentes e falanges como a Terra o é em nações e raças; dispondo de organizações sociais e educativas” (PEREIRA, 1957).

Colônia Correcional Maria de Nazaré:

GEOGRAFIA DAS COLONIAS ESPIRITUAIS - I

Yvonne A. Pereira, Memórias de um Suicida.
  
O Além-túmulo acha-se longe de ser a abstração que na Terra se supõe”, (...) ele é, antes, simplesmente a Vida Real, e o que encontramos ao penetrar suas regiões é Vida! Vida intensa a se desdobrar em modalidades infinitas de expressão, sabiamente dividida em continentes e falanges como a Terra o é em nações e raças; dispondo de organizações sociais e educativas”.

Vale dos Suicidas:

Vontade Não Mais Dividida

O que Deus requer de nós é uma vontade que não esteja mais dividida entre ele e qualquer outra criatura. Uma vontade dócil nas mãos dele, que não busque nem rejeite qualquer outra coisa, que deseje sem reservas tudo que ele deseja e que nunca deseje, sob nenhum pretexto, algo que ele não deseje. Quando temos essa disposição, tudo vai bem. Até as distrações triviais se transformam em boas obras.

Felizes os que se entregam a Deus! Eles são libertados de suas paixões, da reprovação alheia, da malícia, da tirania das palavras, do insensível e infame escárnio, do infortúnio que o mundo distribui junto com a riqueza, da infidelidade e inconstância dos amigos, das astuciosas armadilhas do Inimigo, da própria fraqueza, da miséria e brevidade da vida, dos horrores de uma morte profana, do remorso por prazeres pecaminosos e, por fim, da eterna condenação de Deus.

Que insensatez ter medo de se entregar totalmente a Deus! Significa ficar com medo de ser muito feliz. É ter medo de amar a vontade de Deus em todas as coisas. É temer ter coragem para enfrentar as inevitáveis dificuldades, do conforto existente no amor de Deus, do desprendimento das paixões que nos tornam miseráveis.

Ai daquelas almas fracas e tímidas que estão divididas entre Deus e o mundo! Elas querem e não querem. Estão divididas entre a paixão e o remorso. Temem o julgamento de Deus e das pessoas. Têm horror ao mal e vergonha do bem. Sofrem com as virtudes sem experimentar seu agradável conforto. Oh, quão miseráveis são! Ah, se tivessem um pouco de coragem para desprezar a conversa vã, a zombaria insensível e a crítica temerária! Que paz desfrutariam nos braços de Deus!

François Fénelon

Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/francois_fenelon/ 

Mediunidade não é dom!

Você pensa que mediunidade é dom? É comum pessoas se referirem à mediunidade como um dom, como uma qualidade distintiva. Mediunidade não quer dizer evolução, de jeito nenhum.

Tomos somos médiuns em potencial, mas nem todos desenvolvem essa potencialidade. O médium é alguém que tem uma sensibilidade a mais, uma capacidade de percepção maior do que a maioria. Essas características são decorrência de inúmeras reencarnações, em que o espírito vai adquirindo conhecimentos e experiências de acordo com a sua interação com os seus irmãos de caminhada.

A quase totalidade dos médiuns que conhecemos foi preparada para o exercício da faculdade mediúnica antes de reencarnar. Eles trazem consigo a tarefa de mediar o intercâmbio entre os espíritos encarnados e desencarnados.

ANJOS GUARDIÕES

Todos temos, ligado a nós, desde o nosso nascimento, um Espírito bom, que nos tomou sob a sua proteção. Desempenha, junto de nós, a missão de um pai para com seu filho: a de nos conduzir pelo caminho do bem e do progresso, através das provações da vida. Sente-se feliz, quando correspondemos à sua solicitude; sofre, quando nos vê sucumbir.

Seu nome pouco importa, pois bem pode dar-se que não tenha nome conhecido na Terra. Invocamo-lo, então, como nosso anjo guardião, nosso bom gênio. Podemos mesmo invocá-lo sob o nome de qualquer Espírito superior, que mais viva e particular simpatia nos inspire.

Além do Anjo guardião, que é sempre um Espírito superior, temos Espíritos protetores que, embora menos elevados, não são menos bons e magnânimos. Contamo-los entre amigos, ou parentes, ou, até, entre pessoas que não conhecemos na existência atual. Eles nos assistem com seus conselhos e, não raro, intervindo nos atos da nossa vida.

O que é o Evangelho no Lar

O Estudo do Evangelho no Lar é uma reunião em família para a troca de idéias sobre os ensinamentos cristãos, que auxilia o nosso esclarecimento e no equilíbrio do lar.

Não é uma invenção do Espiritismo, mas uma prática ensinada pelo Mestre Jesus, que se reunia com os apóstolos e seguidores na casa de Pedro, em Cafarnaum, em torno dos escritos sagrados.

Conhecido também como Culto Cristão do Lar, o estudo do Evangelho é, também, um encontro fraternal do qual participam os espíritos familiares e demais interessados no progresso moral do grupo.


É uma prática cristã recomendada como recurso poderoso na limpeza e higiene espiritual do lar. É um canal de comunicação com Jesus e sintonia com os bons espíritos.

A RECEITA DE SANTO AGOSTINHO

É raro, no meio espírita, comentar-se sobre autoconhecimento sem fazer referência ao pensamento de Santo Agostinho, exposto na questão 919 de O Livro dos Espíritos. Nela o tema foi tratado diretamente em preciosos quatro parágrafos, encerrando uma receita.

O conhecimento espírita desperta um anseio pelo progresso que nos faz pedir que nos apontem caminhos. O Codificador pediu aos espíritos superiores a fórmula da melhoria pessoal, e não pediu para as próximas encarnações, pediu para esta vida e ousou mais: tinha que ser prática e eficaz.

Respondeu-lhe o Espírito Santo Agostinho, dizendo: “Um sábio da Antigüidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.”

A vida além da Terra?


"A Via Láctea tem cerca de 100 bilhões de estrelas, destas, há pelo menos 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra lá fora. A equipe (...) descobriu que 50% de todas as estrelas têm um planeta do tamanho da Terra ou maior em uma órbita próxima. Ao adicionar planetas maiores detectados em órbitas mais amplas, até a distância orbital da Terra, este número aumenta para 70%” (1).

Parece-nos muito claro que Deus não criou o Céu para nossa admiração, simplesmente para colorir a noite dos amantes. A vida além da Terra Sim! Vidas em formas diferentes da nossa, constituídas por outros elementos que a nossa ciência ainda não conhece, bem como, é possível que aja vida igual ou bem semelhante a nossa.